Vivo uma vida vivida de injustiça
Que até a minha
cabeça reboliça
Estou exausta de
tantas chatices
De assunções e
charlatanices
Cansei que não
acreditassem
Cansei que me repugnassem
Quando da vida repugno falsidade
Cansei que me repugnassem
Quando da vida repugno falsidade
Eu que sou e
exijo lealdade
Até dá-me asco essa
maldita doença
Da mentira, calunia
e descrença
Ai como a vista é
cega
Essa vista que não
enxerga
É triste que tão
pouco entrevê
Esse coração que
não vê
Será um coração
que não sente
Ou um simples
facto de estar ausente
Espero que não te enfermas coração
Poderias confiar
sem aberração
Quero provar que sou pura e justa
Por isso continuo nesta via injusta
Por isso continuo nesta via injusta















